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Nota de Esclarecimento

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O Grupo Doutores do Sorriso que atua semanalmente na Santa Casa de Misericordia de Pirassununga, SP, vem por meio desta esclarecer que em nenhum momento realizou qualquer tipo de venda de nenhum objeto no Centro da cidade de Pirassununga para arrecadar fundos. Nunca, nenhum membro do grupo, ou qualquer pessoa por ele representada entrou em qualquer estabelecimento comercial da cidade de Pirassununga vendendo qualquer coisa para arrecadar fundos em prol do projeto. Se alguém estiver usando o nome “Doutores do Sorriso” para arrecadar fundos está usando de má fé.

Ressaltamos que todas nossas campanhas para arrecadação de verba são feitas via facebook.

Colocamo-nos a disposição para esclarecimentos de qualquer dúvida sobre o assunto por meio do coordenador do grupo através do e-mail :

doutores_sorriso@yahoo.com.br

Muito obrigado.

 

Att.

Thiago Calegari – Coordenador do Grupo “Doutores do Sorriso”

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Treinamento com a equipe da Agência Transfusional da Irmandade SCMP.

No dia 21 de Setembro de 2016 foi realizado treinamento com a equipe da Agência Transfusional da Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Pirassununga. O evento foi organizado pela enfermeira Thulssa A. G. Medeiros dos Santos , atuante no setor de Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, (CCIH) juntamente com a técnica de segurança do trabalho Maria Patrícia da Silva do setor de Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), com o intuito de qualificar os colaboradores destes setores.

Os assuntos abordados no treinamento foram a atuação do setor de comissão de controle de infecção hospitalar dentro de nossa Instituição e sua importância, assim como as legislações que norteiam o trabalho desta comissão, a problemática das infecções relacionadas à assistência a saúde (IRAS) assim como a prevenção das IRAS através da higienização das mãos com ênfase nos 05 momentos, pois esta é a medida mais importante na prevenção e no controle das infecções, sendo uma ação simples, rápida e de baixo custo. Também foi abordada a importância das precauções e dos isolamentos, a forma de transmissão das doenças, os tipos de precauções e a importância da utilização dos equipamentos de proteção individual adequados para cada tipo de isolamento.

A técnica de segurança do trabalho Maria Patrícia também abordou a importância de informar aos colaboradores quanto aos riscos que possam estar expostos durante o exercício de trabalho, as ações que eliminam ou minimizam os riscos no ambiente de trabalho, o fluxograma com orientações quanto ao procedimento em caso de acidente de trabalho comum e nos casos de acidente de trabalho com pérfuro-cortante. Também foi abordado o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) em que foi abordada a importância do descarte correto dos resíduos hospitalares.

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Funcionário Nota 10 – Agosto/2016

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Homenagem aos Doutores do Sorriso

Em 07 de Setembro comemoramos dois anos de parceria. Gostaríamos de agradecer todo o carinho, dedicação e cuidado com a nossa Santa Casa…Aos nossos queridos “Doutores” nosso muito obrigada!!!

“Ser palhaço não é simplesmente pintar o rosto, vestir-se engraçado ou colocar um nariz vermelho. Ser palhaço é um ideal de vida, é você que escolhe e acolhe o universo encantado envolvido nisso. A recompensa não vem em forma de pagamento material, pagamento espiritual é o que recebemos. O sorriso extraído no rosto de cada criança é único e exclusivamente seu, você batalhou e conseguiu. Viva o besteirol e a todo sorriso frouxo.”

Dr. Super Bem.

 

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A Realidade do Atendimento Médico e os Pacientes Difíceis

Estudo mostra que pacientes com comportamento considerado difícil têm até 42% de chances à menos de serem curados.Um dos grandes desafios na saúde hoje no Brasil é manter a qualidade do atendimento e os resultados em meio ao caos em que vivemos. A situação precária na maioria dos hospitais brasileiros é apenas um dos fatores à ser contabilizado e o preço no final quem paga é sempre o paciente.

Quando analisamos os fatores envolvidos no desfecho de um atendimento ao paciente no setor de Pronto Socorro e Pronto Atendimento, percebemos a quantidade imensa de variáveis envolvidas no resultado e na qualidade do serviço prestado. Para se ter uma ideia, um paciente atendido, faça um Raio X, colha exames de sangue e seja medicado, passa pelas mãos de no mínimo 8 profissionais: porteiro, recepcionista, enfermagem de triagem, médico, técnico da 23 de agosto de 2016 coleta de sangue, bioquímico para análise do sangue, técnico de Raio X e técnico de enfermagem que irá medica-lo.

Em se tratando de um número grande de variáveis e de seres humanos envolvidos começamos então a entender a quantidade de coisas que podem alterar os resultados finais. Se um aparelho estiver descalibrado, se o sangue sofrer hemólise durante a coleta ou se a incidênciado Raio X não ficar boa para citar alguns exemplos, o médico não terá todos os dados necessários para fechar o diagnóstico, que normalmente em um setor de urgência já é limitado considerando que tudo saia perfeito.

Aqui entra então mais um fator que foi descrito em dois estudos realizados pelo renomado Erasmus Medical Center em Rotterdam e publicado em março deste ano: a capacidade de acertar o diagnóstico pelos médicos diminui ao se tratar pacientes considerados “Difíceis”. Neste estudo foram analisados pacientes agressivos, poliqueixosos, pacientes que questionam a capacidade do médico, pacientes que ignoram as ordens médicas, pacientes desanimados com sua condição e pacientes que acreditam que seu caso não tem cura.

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Os resultados mostraram que nestes tipos de pacientes os médicos têm incríveis 42% à mais de chances de não acertar o diagnóstico e consequentemente dos pacientes receberem um tratamento incorreto que não vai ajuda-lo a se recuperar. O estudo sugere que o comportamento dusruptivo do paciente captura a atenção dos profissionais de saúde em detrimento à atenção necessária para a análise do caso.

A mensagem mostrada nestes estudos é clara e nos mostra como a atitude pessoal influência não apenas as pessoas ao nosso redor como também nosso próprio destino: pacientes que seguem as orientações médicas, acreditam no tratamento e tem atitudes de modo geral positivas têm uma chance muito maior de se curar.

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Funcionário Nota 10 – Julho/2016

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