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Rifa Solidaria

Parabéns ao ganhador da nossa Rifa solidaria Dr. Dionizio Baroni Junior

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Agradecemos a todos que participaram e ajudaram nessa ação solidaria.
E o nosso agradecimento especial vai para Empresa Pedrazzini pela doação da Joia e empenho em sempre ajudar a Santa Casa.

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1ª SANTA FESTIVAL

Agradecemos a todos que participaram do Evento 1ª Santa Festival em Prol a Santa Casa de Pirassununga.

Agradecemos a todos os patrocinadores que colaboraram através de doações. Os funcionários do colegiado de Datas Comemorativas pelo empenho na organização do evento, ao Clube Pirassununga que cedeu gratuitamente o espaço e a todas as Bandas que deram um show de forma totalmente beneficente.

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Nota de Esclarecimento 25/10/2018

NOTA DE ESCLARECIMENTO
A IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE PIRASSUNUNGA, tendo em vista os reiterados pronunciamentos do Executivo Municipal sobre verbas repassadas à Santa Casa e, considerando a necessidade de esclarecer sobre a real situação dos convênios firmados com o Município, vem a público informar:

1 – A Santa Casa possui alguns convênios com o Município, há muitos anos e, com o passar do tempo, foi agregando mais serviços, em razão da parceria e das necessidades do Executivo local, que não conseguia dar cumprimento à suas obrigações legais. São estes os convênios:

URGÊNCIA E EMERGÊNCIA (inclui PAM e SAMU)
PSF – PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA
HEMODIÁLISE
CIRURGIAS ELETIVAS
POA – PLANO OPERATIVO ANUAL (SUS)

Não se trata de uma simples “venda de serviços”, mas sim de uma efetiva parceria na qual a Santa Casa presta os serviços e recebe única e exclusivamente os valores de seu custo. Não há “lucro” ou desvio desses valores, que têm destinação específica, com contas bancárias específicas, rigorosamente, controladas mensal e anualmente. Tais contas são auditados pelo departamento de contas do Município e, posteriormente, pelo Tribunal de Contas do Estado nos termos da lei.

Alguns desses convênios têm parte das verbas de origem federal e/ou estadual, que são repassadas pelo Governo ao Executivo, Gestor de Saúde local, cuja obrigação é de repassar integralmente o valor para a Santa Casa. Também há convênios em que deve haver uma contrapartida do Município, com obrigação de complementar a verba com recursos próprios.

Importante ressaltar que o Município precisa aprovar uma lei para cada convênio, de acordo com o Plano de Trabalho, apresentado pela Santa Casa, o que causa, muitas vezes, atraso na assinatura dos instrumentos jurídicos e no repasse dos valores, já que, em tese, não é possível fazer o repasse sem o documento assinado.

Desde o ano passado, o Município tem atrasado o repasse de todas as verbas, deixando a Santa Casa em situação muito difícil, uma vez que a entidade, primeiro executa o convênio, ou seja, assume as despesas e, posteriormente, recebe os valores para pagamento de funcionários, médicos, fornecedores, etc.

E o atraso no repasse dessas verbas, pelo Município à Santa Casa, tem acarretado um desgaste imenso, especialmente em relação aos médicos, com ameaças de greves e paralizações, além dos fornecedores que têm se recusado a entregar os medicamentos, materiais, alimentos e outros insumos sem receber.

Tanto é séria a situação que o Ministério Público, mediante provocação da Santa Casa, instaurou um Inquérito Civil a fim de acompanhar a execução e as responsabilidades desses convênios, especialmente, em relação à Urgência e Emergência. A tal propósito houve uma reunião, realizada em 20/09 com a presença do legislativo municipal, do executivo e da Santa Casa, inclusive com a assinatura de um TAC – Termo de Ajustamento de Conduta.

Ocorre que o Município, em muitas oportunidades, informa a população que está “dando” dinheiro para a Santa Casa, quando, na verdade, não tem sequer feito os repasses de verbas recebidas de outras esferas. Recentemente, o sr. Prefeito disse na Rádio Mundial, Programa Mesa Redonda que teria “dado” R$ 300 mil, naquele dia para a Santa Casa, quando se tratava de verba federal, vinda do convênio POA, que já estava disponível na conta do Município há vários dias e, sem qualquer justificativa, não era repassada para a Santa Casa.

Em outros casos, a Santa Casa foi acionada, judicialmente, pelos atrasos nos pagamentos dos empregados vinculados ao PSF, porém, o atraso foi do Município e este não se responsabiliza pelo pagamento das multas e encargos decorrentes desses processos. Por tais razões, chegou-se a uma situação em que a Santa Casa assumiu grande parte da responsabilidade pela saúde pública de Pirassununga, mediante a execução desses convênios.

Porém, considerando que o Município, constantemente, não consegue manter em dia os repasses dos convênios, deixando a Santa Casa em situação financeira precária, ante tantos compromissos assumidos, a Mesa Administrativa da Santa Casa decidiu que NÃO RENOVARÁ OS SEGUINTES CONVÊNIOS COM O MUNICÍPIO PARA 2019:

PAM – Pronto Atendimento Municipal
SAMU – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência
PSF – Programa de Saúde da Família

A Santa Casa tomou essa difícil decisão porque não tem condições de continuar subsidiando os convênios do Município, em prejuízo do cumprimento de suas obrigações, bem como precisa concentrar sua atenção no atendimento hospitalar, visando melhorias na qualidade e gestão do atendimento. O Município foi notificado com bastante antecedência para que tivesse condições de tomar providências e viabilizar outras formas de execução dos convênios. Porém, manteve-se inerte, aumentou o nível de exigências dos serviços, atribuiu mais obrigações à Santa Casa, atrasa os pagamentos desde o ano passado, reduziu o valor dos repasses dos convênios, além de não responder às diversas notificações, enviadas pela Santa Casa a fim de solucionar a questão.

A parceria continua, mas somente naquilo que a Santa Casa tem condições de cumprir, em respeito aos princípios e objetivos da entidade, bem como, em respeito a toda a população, que tem recebido apenas informações desvirtuadas e equivocadas do Município.

A Santa Casa se coloca à disposição para qualquer dúvida ou reclamação por meio de sua Ouvidoria no telefone (19) 3565.8131.

Atenciosamente,
ISCM PIRASSUNUNGA
MEMBROS DA MESA ADMINISTRATIVA

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Treinamento: Protocolo de classificação de risco para atendimento de Pronto Socorro

Treinamento realizado no dia 21/09/2018 sobre protocolo de classificação de risco para atendimento de pronto socorro, pois diariamente um grande número de pacientes procuram os serviços de urgência. Atender o paciente por ordem de chegada resultará em um tempo de espera prolongado principalmente para os pacientes graves.

Portanto a fim de garantir a segurança e qualidade do atendimento ao paciente, estamos nos atualizando e com isso implementando nosso protocolo, onde o enfermeiro Neilton, que faz parte da equipe do hospital, buscou um curso com o Grupo Brasileiro de Classificação de Risco (GBCR), estudando o Sistema Manchester de Classificação de Risco, o qual visa determinar a prioridade clinica do cliente garantindo que o 1º atendimento médico ocorra no tempo adequado.

Este treinamento foi repassado para os enfermeiros que atuam no setores de pronto socorro e pronto atendimento, a fim de avançarmos nas atualizações e consequentemente na assistência prestada.

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1ª Santa Festival em Prol da Santa Casa de Pirassununga

A Santa Casa de Pirassununga realizara a 1ª Santa Festival para arrecadar fundos para Instituição.

DATA: 03/11/2018

LOCAL: Sede do Clube Pirassununga

HORA: 17:00H

VALORES

1º LOTE – R$30,00

2º LOTE- R$35,00

Criança até 12 anos não pagam.

Contamos com a participação de todos nesse evento, o intuito é se divertir fazendo o bem.

Ajude-nos a ajudar!!!

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Humanização no Ambiente Hospitalar

A humanização da assistência hospitalar vem sendo gradativamente implantada e tem como objetivo principal proporcionar melhorias na qualidade do serviço e do atendimento prestado.

A equipe multiprofissional da Santa Casa de Misericórdia de Pirassununga comemorou o aniversario de nosso paciente Antônio Ap. dos Santos que ficou internado na UTI da nossa instituição por 3 meses.
Segue abaixo as fotos deste momento:

“O cuidado humano, não pode ser prescrito, não existem receitas para tal, pois o cuidado humano é sentido, vivido, exercitado” (WALDOW, 1999, p.55).

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