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PGRSS e Prevenção de Acidentes

Nos dias 20 e 21 de Julho de 2016 aconteceu no auditório da Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Pirassununga o treinamento para toda a equipe de enfermagem. O evento foi organizado pelo engenheiro do trabalho Luiz Cesar Kotó juntamente com a técnica de segurança do trabalho Maria Patrícia da Silva, ambos do setor de Serviço Especializado de Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) em parceria com a enfermeira Thulssa A. G. Medeiros dos Santos atuante no setor de Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH).

Os colaboradores tiveram várias orientações referentes à segurança do trabalho com foco na prevenção de acidentes, fluxo de atendimento e procedimento operacional padrão em caso de acidente de trabalho com material biológico e/ou perfurocortante e nos acidentes com ausência de material biológico e/ou perfurocortante. Quanto ao Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde (PGRSS) foram abordadas a etapas de geração/segregação, acondicionamento, identificação, transporte interno, armazenamento temporário, transporte externo, tratamento e destinação final.

Portanto; os participantes tiveram a oportunidade de sanar dúvidas e estarem conscientes da importância e da colaboração de cada um para a prevenção de acidentes de trabalho e também quanto ao descarte correto dos resíduos, adquirindo mais conhecimento não apenas com a visão de cumprir a legislação, mas também com a nobre missão de melhorar a qualidade de vida das pessoas de um modo geral.

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Quando começa e termina a vida.

Quando começa e termina a vida.

Em tempos de tentativa de disseminação ideológica do politicamente correto, onde se tenta   a todo custo desmerecer o início da vida  para moralmente validar o aborto , como se  o bebê ainda no útero da mãe não tivesse direito algum de se desenvolver e nascer de forma saudável, chega uma notícia de Portugal que ganhou a atenção da mídia e vem emocionando médicos no mundo inteiro.

Trata-se do nascimento do bebê Lourenço Salvador que veio à vida no dia 7 de junho de 2016 no Hospital de São José  em Lisboa. O que torna  este  nascimento especial,  apesar de não ser o primeiro na história recente da medicina é que sua mãe, Sandra Pedro de 37 anos, havia sido diagnosticada com morte cerebral  l 4 meses antes.

No dia 20 de fevereiro de 2016 Sandra passou mal com fortes dores de cabeça e foi levada às pressas para o hospital onde foi diagnosticada com hemorragia cerebral sendo transferida de urgência para Lisboa onde chegou em coma profundo e depois.

de avaliações médicas, foi diagnosticada como morte cerebral. A funerária já estava a iniciar os trâmites legais para que  ela fosse cremada, quando os médicos chamaram a família e disseram que o bebê estava bem e que eles gostariam de tentar salvá-lo. A família ficou em choque e f oram 4 meses de apreensão até o nascimento de Lourenço com 32 semanas de gestação , pesando 2350 gramas. O menino , que   se  encontra saudável e já recebeu alta da maternidade ,  recebeu o apelido de “bebê milagre” pela mídia portuguesa1.

Este nascimento nos faz levantar outra questão: quando termina a vida? Apesar de ter sido diagnosticada com “morte cerebral”quando-comeca-termina-vida, Sandra permaneceu viva conectada a aparelhos por 15 semanas para dar a luz ao seu filho. Apesar de respirar artificialmente, seu coração batia sem ajuda, seus rins, fígado e intestino funcionavam bem, ela urinava, se alimentava por sonda e seu metabolismo regulava normalmente os componentes do sangue e sua temperatura corporal. Este  e outros casos semelhantes nos fazem pensar que talvez não devêssemos  ser tão apressados em declarar alguém como morto. A “morte cerebral” ainda é um diagnóstico incerto, mas isto é assunto para outro artigo.

Por Dr. Octavio Morales

1 Fonte: observador.pt

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O GVVS – Grupo Voluntário Vigilantes da Saúde é o parceiro sempre presente na Santa Casa

Fora as doações rotineiras, sempre doando coisas que precisamos muito, como a maca e a cadeira para obesos da foto.

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Treinamento Neonatal

Treinamento Neonatal

Ocorreu no dia 11 de junho de 2016, na  Santa Casa de Pirassununga , treinamento envolvendo equipe multidisciplinar (médicos pediatras, enfermeiras e técnicos em enfermagem), evento este de grande importância para o atendimento a recém nascidos iguais ou maiores de 34 semanas de gestação, principalmente em situações de urgências.

O curso realizado teve foco em reanimação do recém-nascido em sala de parto, seguindo diretrizes atualizadas da Sociedade Brasileira de Pediatria, sendo embasado em documentos científicos do Consenso em Ciência e Recomendações Terapêuticas do” International Liaiason Committee on Resuscitation”

Foi um momento bastante agradável de interação multidisciplinar, fortemente agregado ao trabalho de humanização, da assistência que temos desenvolvido com empenho, buscando prestar um cuidado  digno para todos.

O curso foi inicado as 8:00 horas. Foram utilizadas três salas simultâneas com treinamento teórico e prático, inclusive com uso de manequins e equipamentos específicos. Três monitoras médicas vieram de São Paulo especialmente para este fim e ao final do curso foi aplicado um teste para certificação do aproveitamento. O término ocorreu por volta das 18:00 horas.

Os participantes receberão certificados da Sociedade Brasileira de Pediatria, o que  evidencia a qualificação para esse atendimento ao neonato.

O tempo todo houve envolvimento da equipe treinada, que estará se reencontrando para montar alguns protocolos , a fim de termos uma abordagem mais adequada ao recém-nascido, seja ele de risco ou não.

Todos os envolvidos ficaram muito motivados com essa experiência e, consequentemente,   a instituição também apresentará ganho frente essa atualização, tão necessária para melhorarmos a cada dia. A Supervisão de Enfermagem agradece apoio e envolvimento de todos, principalmente o respaldo da Administração e Provedoria, que têm incentivado constantemente as atualizações técnico-científicas dos seus colaboradores.

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Parto Humanizado

Parto Humanizado

A Santa Casa decidiu   implementar as ações da Politica Estatual de Humanização e as Boas práticas de atenção ao parto e ao nascimento, de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), a qual orienta o que deve e não ser feito no processo do parto, tudo baseado em evidencias científicas concluídas através de pesquisas feitas no mundo todo.

Adaptamos , dentro do possível , nossa escala com enfermeiras obstétricas, principalmente durante o período diurno, implementando o acolhimento e a classificação de risco voltada especialmente para a gestante e seu acompanhante de escolha, conforme Lei Federal 11.1108/2005. Criamos agenda mensal para visita programada no hospital pela gestante e seu acompanhante, a fim de sanarmos dúvidas e realizarmos orientações pertinentes relacionadas ao nascimento.

Adequamos dois espaços da nossa planta física, para melhor atender a gestante em seu trabalho de parto,; o primeiro foi uma área para caminhada, possibilitando  movimentações e favorecendo a descida do bebê no canal de parto e outro espaço , um leito privativo que também contempla uma banheira para relaxamento, mantendo a privacidade e proporcionando um ambiente calmo e seguro.

Contudo, o que mais tem sobressaído na questão da humanização do parto é a utilização dos métodos não farmacológicos para alívio da dor, sendo estes: massagens, banhos mornos (ducha e imersão), estímulo a posições desejadas, caminhadas, musicas e vídeos, controle da respiração.

Importante pontuar também o trabalho multidisciplinar que vem estimulando maior harmonia entre os integrantes da equipe e forte melhoria no atendimento de qualidade, o que reflete na satisfação da mulher e sua família. Possuímos médicos e enfermagem 24horas exclusivos neste atendimento, e sempre que necessário suporte de psicologia e serviço social, além de fonoaudiologia, fisioterapia e todo serviço de apoio.

Temos vários projetos em andamentos entre eles o da Casa de Parto Intra- hospitalar  (aguardando verba federal); também temos trabalhado para alcançar maior articulação com a Estratégia de saúde da família e com consultórios particulares.

Também temos um projeto para cadastros e rotina da presença de doulas  junto às mulheres que desejarem, enfim são muitas as intenções e mesmo diante todos os desafios temos buscados incansavelmente melhorias para uma experiência mais  digna neste momento tão sublime que é o nascimento de um filho.

Em nossa Santa Casa é realizada uma média de 70 partos mês. A taxa de parto normal é em torno de 60%.

Muitas pessoas estão envolvidas. Temos um time encabeçado por 4 pessoas: :Nelsimare Ap. Senatore Ferrari (responsável técnica da enfermagem e doula), Laís Z. Marafon (enfermeira e doula), Marília M. Pedrazzini (psicóloga) e Tatiane Tiago (Assistente Social), porém , as enfermeiras obstétricas e demais componentes da enfermagem e médicos obstetras e pediatras, também são parte fundamental desse movimento. Considerar também que a Administração e Provedoria têm nos apoiado bastante.

Participamos do III Simpósio Internacional de Assistência ao Parto  com o tema de : Informação, Autonomia e Consentimento, o  qual aconteceu em São Paulo de 01 a 04 de junho de 2016 e ,neste evento fomos selecionados para apresentar um pôster com o seguinte título “Persistência, Trabalho e Dedicação para uma Assistência Obstétrica mais Digna”. Funcionou da seguinte forma :enviamos o trabalho, seguindo as regras determinadas pela comissão organizadora que, após identificarem os mais adequados,  selecionou o da Santa Casa de Pirassununga.

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